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Bomba em Timon: rodoviária vira cenário do absurdo e Justiça enquadra Prefeitura após banheiro de deficientes virar depósito de lixo

Riverside City At Araioses In Maranhao Brazil. Largest River Delta. Coastal Cityscape. Riverside City At Maranhao. Riverside Scenery. Nature Background. Travel Destination. Brazil Northeast.
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URGENTE! O que deveria ser um direito básico garantido por lei transformou-se em um verdadeiro show de horror, descaso e humilhação pública no Terminal Rodoviário Governador Nunes Freire, em Timon. Em uma decisão bombástica que caiu como uma granada no colo da administração municipal, a Justiça atendeu ao clamor do Ministério Público do Maranhão (MPMA) e deu um ultimato gravíssimo contra o inacreditável boicote à acessibilidade que vinha acontecendo debaixo do nariz de todos. A sentença implacável, proferida pelo juiz Weliton Sousa Carvalho a partir da ação cirúrgica do promotor de justiça Fábio Meneses de Miranda, da 6ª Promotoria de Justiça Especializada, expõe as entranhas de uma gestão que simplesmente ignorou, por anos, a dignidade dos idosos e das pessoas com deficiência.

O diagnóstico técnico é de revirar o estômago, pois os sanitários que deveriam acolher quem mais precisa de acessibilidade foram sequestrados pela administração do terminal e transformados em depósitos entulhados de materiais e almoxarifado clandestino, fazendo com que, enquanto o cidadão pedia socorro, o direito de ir e vir fosse tratado como lixo. A resposta do Judiciário veio em tom de choque, determinando a limpeza e a desocupação imediata dos sanitários acessíveis no prazo improrrogável de apenas 5 dias, sob a pesada pena de multa diária de R$ 1.000,00 que não sairá dos cofres públicos, mas sim será cobrada diretamente do patrimônio pessoal e dos bolsos do gestor público responsável, acabando de vez com a mamata de pagar erros administrativos com o dinheiro do povo.

O histórico desse absurdo mostra que o município agiu com total inércia e absoluto desrespeito, uma vez que tudo começou ainda em 2019, quando a prefeitura assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) prometendo reformas que viraram fumaça, passando mais de três anos fingindo que o problema não existia. Em 2023, o Ministério Público cansou do deboche e propôs a Ação de Execução para garantir os direitos fundamentais previstos na legislação federal, culminando em 2025 com um laudo pericial devastador que provou tecnicamente o tamanho da terra sem lei que virou a rodoviária, escancarando a falta de barras de apoio, um piso na área de embarque inteiramente irregular que detona a segurança dos passageiros e nenhuma sinalização nas vagas reservadas.

O tempo das desculpas esfarrapadas acabou e o Município de Timon agora corre contra um relógio sufocante, tendo o prazo de 60 dias para executar as obras de engenharia pendentes, o que inclui a instalação de barras de apoio nos sanitários, a reforma e o nivelamento técnico do piso e a demarcação vertical e horizontal das vagas de estacionamento. Caso as adequações não sejam concluídas a tempo, incidirá uma nova multa diária de R$ 5.000,00 limitada ao teto de R$ 200 mil. Para piorar o rombo, a Justiça reconheceu como devidas as multas diárias pelo atraso acumulado desde 6 de dezembro de 2023, um valor total que promete ser astronômico, a ser calculado em fase de liquidação de sentença e revertido integralmente ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos do Maranhão, deixando a população em polvorosa e exigindo respostas imediatas sobre até quando a dignidade humana seria trancada em um quarto de bagunça.